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50 anos da Autonomia – Nova geração autonómica

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Meio século após a criação dos órgãos de governo próprio, importa celebrar o percurso feito, mas, acima de tudo, refletir sobre o caminho que falta percorrer.
A Autonomia não pode ser encarada como uma obra concluída. Pelo contrário, deve ser entendida como um processo vivo, dinâmico e progressivo, capaz de acompanhar os desafios de cada geração e de responder às especificidades de um território arquipelágico que continua a enfrentar constrangimentos permanentes decorrentes da sua insularidade e ultraperiferia.
A melhor homenagem não consiste em discursos complacentes sobre o passado, mas na coragem de aprofundar a capacidade de decisão dos açorianos sobre os assuntos que moldam o seu futuro. A Autonomia só se justifica se servir para aproximar o poder das pessoas, reforçar a democracia, proteger os recursos da Região e garantir um desenvolvimento harmonioso entre todas as ilhas.

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