Cinquenta anos após a consagração da Autonomia Constitucional, encontramo-nos num momento de transcendente reflexão sobre o que fomos, o que somos e, fundamentalmente, sobre o que aspiramos ser. Mais do que um marco cronológico, este cinquentenário representa a celebração da maturidade de um povo que, perante a inevitabilidade da geografia e os desafios da história, viu no autogoverno o seu instrumento maior de dignidade e progresso.
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