95 anos da Sociedade Filarmónica Lira Campesina Cedrense

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95 anos da Sociedade Filarmónica Lira Campesina Cedrense

Em 1927, a freguesia dos Cedros via nascer a sua banda filarmónica, que atuou pela primeira vez a 19 de março desse ano, com cerca de 20 elementos, sob a regência do professor Constantino de Amaral. Em 1957, devido à catástrofe do vulcão dos Capelinhos, a banda fechou portas, situação que se prolongou por vários anos. Só em 1983, com 35 jovens sob a regência de Manuel Oliveira, a filarmónica renasceu.

Falamos com a atual presidente, Manuela Ávila, que nos contou que entrou para a banda e tomou esta responsabilidade pela primeira vez há 17 anos, para resolver a crise de direção que a banda passava e para esta não fechar portas, tornando-se assim tocadora de percussão.

A filarmónica conta agora com cerca de 25 elementos, o que não é ideal para se manter de pé, expõe a presidente, acrescentando que há cada vez menos adesão de tocadores, o que faz com que manter a banda seja um “desafio constante”.

Devido às restrições da pandemia, o aniversário será comemorado apenas entre os músicos, como aconteceu no ano passado.

FILARMÓNICAS TENTAM SOBREVIVER NUM PERÍODO DE GRANDE CRISE

Se há 95 anos, quando não havia a tecnologia e as facilidades de hoje, a filarmonia era uma forma de as pessoas se encontrarem e conviverem, atualmente há cada vez menos interesse em aderir, conta a dirigente.

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