A ética do poder em Portugal em 2019 (2)

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1. Quando, há duas semanas, abordei o assunto da nomeação de familiares para cargos políticos no atual governo da República, tinha já a sensação de que se abrira uma caixa de Pandora num assunto que, mais cedo ou mais tarde, com maior ou menor extensão, ia acabar por tocar em todo o espetro partidário português. Assim foi. Os familiares no atual governo da República não eram afinal os cerca de vinte da listagem inicial – duplicaram para mais de quarenta. E governos anteriores, designadamente do PSD de Cavaco Silva, também não ficaram bem na fotografia, embora com uma dimensão menor. E pelas autarquias, das várias cores políticas, encontram-se também exemplos desta prática.

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