A solidão de Vasco Cordeiro

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O primeiro responsável pela situação de estagnação política, económica e social que se vive nos Açores chama-se Vasco Cordeiro. Governa sem chama e sem entusiasmo. Matou todas as utopias e todos os sonhos. Nada se espera já de Vasco Cordeiro. É um burocrata cinzento, despido de ilusões.
Alguns dos leitores destes artigos julgarão que estou a forçar uma leitura demasiado pessimista da ação do político. Que estou a carregar demasiado nas cores do pessimismo. Não estou! É a minha opinião sincera. Observo, com relativa proximidade, a ação política do atual Presidente do Governo há sete anos. Nos plenários do Parlamento dos Açores, Vasco Cordeiro é um ausente crónico. Mesmo quando pica o ponto e comparece.

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