A reforma do regime de acolhimento residencial nos Açores é uma necessidade há muito identificada e que, finalmente, começa a ganhar forma. Contudo, a adaptação do modelo deve ser ajustado à realidade regional e melhorado, sobretudo se consideradas as especificidades de um arquipélago onde nem todas as ilhas dispõem de casas de acolhimento e onde muitas crianças e jovens são obrigados a afastar-se da sua área de residência, escola e rede afectiva, agravando o impacto emocional de uma situação que é, por si só, profundamente delicada, podendo dificultar a reunificação familiar.
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