Afinal, voltar à “nova normalidade” significava mais do mesmo e com mais requinte

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Ricardo Madruga da Costa
DR/TI

Em Março de 2020 escrevi sobre a chegada do vírus que nos virou a existência de pernas para o ar. Recordo que as perspectivas destruidoras que se pressentiam, justificaram uma ideia insistentemente partilhada: vamos ter de alterar profundamente os nossos hábitos e teremos de moderar as nossas exigências e costumes. Entretanto, como numa espécie de contágio, soavam os alarmes no sentido de inflectir a forma irresponsável como, a nível global, se estava a destruir o ambiente. Então, gente responsável e consciente da conjugação dos problemas e carências que à escala global se apresentavam com contornos assustadores, iniciou um discurso inovador: “temos de regressar a uma nova normalidade”.

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