Alfacinhas!

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Talvez por ter nascido em Lisboa, os alfacinhas sempre me fascinaram. Aqueles personagens dos livros do Mário Zambujal, os declamados no “Fado Falado” ou os cantados por Jorge Palma sempre me fizeram abrir o sobrolho, mesmo no dia mais sombrio.
Num destes dias, bem cedo…
A senhora dona Lucinda está sentada à porta da tasca. Antes casa de má fama, a tasca é hoje apenas um dos sítios onde se encontram involuntariamente os que saem do turno da noite e os que “pegam” cedo. Um último copo para os primeiros e uma bica rápida para os segundos.

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