Proceder à classificação do património arbóreo de interesse público nos Açores trata-se de um imperativo de responsabilidade, que tem vindo, reiteradamente, a ser negligenciado. Quando, em 2022, o PAN/Açores aprovou, por unanimidade, um diploma que visava a classificação do arvoredo de interesse público na Região, abrimos caminho a uma maior e melhor protecção do nosso património natural, que se veio a transformar num veto de gaveta que permanece onde tantos outros o Governo deixou. A legislação existe, mas está amputada da sua capacidade de produzir efeitos.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura
















