Associações de juventude – Bolieiro quer regime de apoio “justo e independente”

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DR/PSD
DR/PSD

O candidato do PSD/Açores a Presidente do Governo defendeu que o regime de apoio público às associações de juventude tem de ser “justo e independente”, alegando que só assim se poderá evitar a “manipulação e o condicionamento” por parte do poder político.

“O financiamento público para apoiar o dinamismo e empreendedorismo das associações de juventude tem de passar a ser a justo, independente e desgovernamentalizado. Não se pode querer a participação dos jovens quando se pretende, através do financiamento público, manipular e condicionar”, afirmou José Manuel Bolieiro, em declarações aos CCCCCCCCCCCjornalistas.

O líder social-democrata, que falava após uma visita à Associação Unojovens de Ponta Garça, salientou que é necessário criar nos Açores um regime jurídico de apoio às associações de juventude que assegure “estabilidade, previsibilidade e, sobretudo, máxima independência e objetividade na atribuição dos apoios”.

“É assim que o jovem acredita na política e nos políticos, por que tem capacidade e responsabilidade de poder assumir, por si próprio, a sua iniciativa e o seu dinamismo”, considerou.

Segundo José Manuel Bolieiro, o associativismo jovem “é uma verdadeira escola de participação cívica, não só social, cultural, educativa, desportiva e recreativa, mas também, sobretudo, política”.

“A missão desenvolvida pelas associações de juventude permite cultivar as responsabilidades da política e da missão pública que se presta, também, no associativismo”, disse.

Para o presidente do PSD/Açores, o associativismo juvenil pode também contribuir para mobilizar a juventude a participar nos atos eleitorais, “combatendo a abstenção entre os jovens, cada vez mais descrentes da política e dos políticos”.

O líder social-democrata, que deixou uma “palavra de confiança na juventude e no associativismo jovem” nos Açores, prestou ainda o “público reconhecimento à capacidade criativa e de fazer da Associação Unojovens de Ponta Garça”.

“Fiquei agradavelmente surpreendido com o histórico de realizações e a capacidade de fazer, por mão própria, a recuperação e reabilitação do edifício [da antiga escola primária] que estava abandonado”, concluiu.

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