Azores Fringe premiados de Portugal ao Irão

0
19
DR

A sétima edição do Azores Fringe, festival internacional de artes nos Açores, encerrou mostrando o maior número de audiências de sempre. Com mais de 5000 espetadores para os programas variados de cultura artística, incluindo o shorts@fringe, sessões de filmes curtas, que chegaram ao público em 7 das 9 ilhas dos Açores. A audiência respondeu muito bem aos vídeos de arte, curtas curtinhas, documentários e histórias fictícias – mais de 50 obras oriundas de 30 países. Depois de cada sessão, em conversa com o público, os filmes favoritos foram escolhidos e assim o Prémio Audiência Azores Fringe 2019 é atribuído às seguintes obras e cineastas:

“A woman who has gone through me” de Aleksandra Brovchenko (Ucrânia); “Consequência” de Virgínia Barbosa (Portugal); “Love in Dark” de Yasin Farrokhi e Mehrshad Kheradmandi (Irão); Pictured Rocks” de Jack Cronin (EUA); “Suicide Salmon – Muted” de Nicolas Büttiker (Suiça).

Alexandra Barbosa, a jovem portuguesa com dois filmes participantes nesta edição do festival, “Primavera” e “Camel Toe”, recebeu o Prémio Fringe 2019, anunciado anteriormente pelo diretor da MiratecArts, Terry Costa, que apresentou o prémio pessoalmente, em Lisboa.

O Azores Fringe agora abre portas para futuras propostas, desde instalações a performance, exposições e conferências, lançamentos de novas obras a mais sessões de shorts@fringe que abracem filmes e video-arte com menos de 15 minutos. E, assim, começam as preparações para a oitava edição do Azores Fringe que será apresentada em junho 2020… uma explosão artística dos Açores para o mundo. www.azoresfringe.com

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO