Carlos Furtado: “Acautelar apoio humanitário ao povo ucraniano é uma causa moralmente obrigatória”

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Carlos Furtado

Carlos Augusto Furtado – deputado independente

Carlos Furtado, deputado independente interveio no debate de urgência solicitado pelo PPM, sobre as consequências políticas, sociais e económicas, nos Açores decorrentes da situação vivida na europa em consequência da invasão da Rússia à Ucrânia.

O parlamentar começou a sua intervenção mostrando a necessidade dos Açores caminharem para uma aproximação da autossuficiência alimentar, coisa que tem sido descurada no passado, mas que representa muito nos tempos conturbados que se avizinham.

Carlos Furtado falou ainda na situação que poderá ocorrer nos Açores com a chegada ao
arquipélago de refugiados ucranianos, dizendo mesmo que “deveremos ter a consciência e
assumir a nossa responsabilidade solidária” afirmando que, o assunto neste momento é
essencialmente de ordem humanitária, pois estas pessoas refugiadas irão necessitar de apoios diluídos no tempo, tais como habitação e a ação social, para que as mesmas possam um dia vir a integrarem-se nas nossas comunidades, caso assim o entendam.

Furtado frisou que a emergência humanitária que este assunto constitui, supera as agendas políticas dos partidos e desta forma, devem os responsáveis políticos locais, equacionar a defesa dos seus programas eleitorais, sendo que o deputado independente mostrou já e de forma voluntária a sua disponibilidade para rever o seu caderno reivindicativo, em função da gravidade dos acontecimentos causadas por esta guerra, que se venham a verificar.

O parlamentar terminou dizendo que o desafio dos próximos tempos em termos de cidadania, para com o povo ucraniano, será continuar, na medida do possível, a espontaneidade que se verificou recentemente com o envio do primeiro contentor de géneros para apoio àquele povo.