O processo de radicalização da política é transversal em todo o espectro político português,
nos partidos, nos movimentos sociais, nos comentadores e na forma de estar do nosso
parlamento, perdido em casos e casinhos. Perde-se o cerne das questões e o teatro é tão
grande que as consequências políticas dos verdadeiros casos tornam-se disputas de equipas e não apuramento de responsabilidades.
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