CDS é o primeiro partido a propor um Plano Geotérmico para os Açores

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O cabeça-de-lista da candidatura do CDS às eleições legislativas pelo círculo eleitoral dos Açores, Rui Martins, visitou esta manhã a Central Geotérmica do Pico Alto, na Ilha Terceira.

Em declarações prestadas à imprensa no final da visita, Rui Martins declarou: “O CDS é um partido que sempre defendeu as questões ambientais aos mais diversos níveis, passando pela questão da descontaminação até esta questão da sustentabilidade energética.”
Rui Martins considerou que “A geotermia é para nós um pilar fundamental, uma vez que permite uma produção energética de reduzido impacto ambiental para as ilhas. Disso decorre que contribui para a conservação e promoção da imagem de natureza dos Açores.”

Para o CDS, “constitui uma prioridade a execução de projetos respeitantes a um plano regional de Geotermia. Para além de considerar a capacidade de produção energética e o custo/benefício de uma instalação deste tipo ao nível económico, os planos de expansão nesta área devem igualmente pesar os fatores de libertação de dióxido de carbono, bem como os ganhos ambientais e a diminuição da fatura com combustíveis fósseis”.

De acordo com o cabeça-de-lista do CDS, “No debate político da atualidade, está na moda abordar as questões ambientais, e inclusivamente há partidos que hoje fazem deste um ponto único de agenda, apropriando-se do assunto como se outros partidos não tivessem já, no passado, refletido e atuado sobre o mesmo. O que queremos reforçar é que o CDS foi o primeiro partido, em
democracia, a ter inscrito nos seus manifestos eleitorais preocupações com aquilo que é a finitude dos recursos e com este equilíbrio que é necessário entre a finitude e a exploração. O CDS foi o primeiro partido a apresentar um Plano Geotérmico para os Açores”, recorda Rui Martins.
Relativamente às medidas propostas por outros partidos acerca do ambiente, o cabeça de lista alerta que é necessário olhar com muita atenção para o que pode ser “lobo em pele de cordeiro”.

“Alguns partidos assumem posturas autoritárias, que passam única e exclusivamente pela proibição ou cessação, indo em direção contrária ao modo de vida da maioria das pessoas. Ora o CDS é conservador e não revolucionário: achamos que não se deve alterar por decreto aquilo que
é do domínio dos nossos hábitos e costumes.”

“Consideramos que é preciso, sim, dar passos progressivos no sentido deste equilíbrio entre exploração de recursos e desenvolvimento económico”, afirma.

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