As tendinopatias crónicas correspondem a processos degenerativos de longa duração que afetam a função e estrutura dos tendões, como resultado de sobrecarga mecânica repetida ou de recuperação inadequada após microlesões. Estas alterações podem incluir desorganização das fibras de colagénio, aumento da matriz extracelular e proliferação vascular e neuronal anómala, culminando em dor persistente e diminuição da capacidade funcional. Estas condições são frequentes em tendões como o tendão de Aquiles, rotuliano e epicondilianos, afetando tanto atletas como a população em geral. O tratamento destas lesões constitui um desafio clínico devido ao caráter degenerativo e à baixa capacidade de regeneração tendinosa, exigindo abordagens de fisioterapia que promovam reparação tecidular e controlo da inflamação.
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