As famosas “alterações climáticas”, sobre as quais se discute infindavelmente em várias instâncias internacionais, têm as suas complexidades e os seus caprichos. Depois de uma longa estação de “seca extrema” e da correspondente vaga de incêndios (que, como é bem sabido, se ateiam espontaneamente a partir dos 28 graus de temperatura do ar…), desabou, ainda em Dezembro de 2022, sobre o Continente, e particularmente sobre a área metropolitana de Lisboa, aquilo que os meteorologistas designaram como “um combóio de depressões”, inundando, várias vezes, ruas e praças, impedindo a circulação de pessoas e automóveis e obrigando muita gente a faltar ao trabalho. Foi possível salvaguardar (com uma única e lamentável excepção) as vidas humanas ameaçadas pelas inundações, e os prejuízos materiais ficaram de ser avaliados e depois surgirão milhares de mãos estendidas para os apoios públicos.
Este conteúdo é Exclusivo para Assinantes
Por favor Entre para Desbloquear os conteúdos Premium ou Faça a Sua Assinatura












