Conhecimento da diversidade cultural nos Açores deve ser aprofundado, afirma Diretor Regional das Comunidades

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O Diretor Regional das Comunidades destacou hoje, em Santa Cruz da Graciosa, a importância de se “aprofundar o conhecimento” da diversidade cultural nos Açores.

“Devemos, como cidadãos, ter sempre uma atitude proativa na integração de todos os que, não nascendo nos Açores, aqui se encontram”, afirmou Paulo Teves na sessão que assinalou o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.

O Diretor Regional, que falava para mais de duas centenas de alunos do ensino básico da ilha Graciosa, frisou que uma das prioridades do Governo dos Açores consiste na “promoção da interculturalidade, que não se circunscreve a uma determinada faixa etária, mas é transversal a toda a sociedade”.

O programa que assinalou este dia nos Açores contou com várias atividades dirigidas aos alunos do 1.º Ciclo do Ensino Básico, entre as quais uma sessão de visionamento do DVD ‘Contos de Lá’, a participação de imigrantes residentes na ilha Graciosa, nomeadamente Neuza Muzemba, de Angola, e Carla Sadrin, do Brasil, que apresentaram um conto tradicional do seu país, um espetáculo de teatro de fantoches intitulado ‘Meninos de Todas as Cores’, pelos alunos do Profij IV – Técnico de Ação Educativa, e a realização de um workshop sobre ‘Danças do Mundo’, com Rita Ávila.

Esta iniciativa, organizada em parceria com a Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa e a Escola Básica e Secundária da Graciosa, inseriu-se na política do Governo dos Açores de promoção da interculturalidade.

Deste modo, pretendeu-se proporcionar momentos de convívio e de aprendizagem, estimulando, deste modo, a imaginação e a criatividade dos mais jovens e fomentando o seu contacto com outras realidades culturais, incutindo-lhes, desde cedo, as noções de diversidade e de interculturalidade.

O Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, instituído pela ONU, através da Resolução 2142, de 26 de outubro de 1966, em referência ao massacre de Sharpeville, em Joanesburgo, na África do Sul, em 1960, visa sensibilizar a comunidade internacional a redobrar esforços para eliminar quaisquer formas de discriminação racial, em prol de uma sociedade justa e solidária.

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