Covid-19: Hospital São João no Porto obriga profissionais a usarem máscaras

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O Centro Hospitalar Universitário de São João, no Porto, quer todos os profissionais de saúde a usarem máscaras cirúrgicas, à exceção daqueles que sejam obrigados a utilizar outro tipo de proteção respiratória.O uso obrigatório de máscaras, ao abrigo do plano de contingência, é “da maior premência” para proteção dos profissionais e dos doentes, explicou hoje o hospital, em comunicado.

A unidade de saúde vai fornecer a cada profissional uma máscara, sendo da responsabilidade desse a sua conservação durante o turno de trabalho, referiu.

Na nota, a unidade hospitalar apela à necessidade dos profissionais não desperdiçarem este equipamento nesta fase da pandemia de modo a evitar o risco de rutura de stock.

“A colocação e remoção da máscara cirúrgica deverá ser sempre precedida e seguida de higienização adequada das mãos e, aquando da remoção, os profissionais deverão evitar o contacto com a parte anterior da máscara”, sublinhou.

Em situações espeíficas, nomeadamente refeições, em que o uso de máscara cirúrgica não seja possível, o hospital recomenda o distanciamento social a mais de um metro, acrescentando que a utilização desta não invalida o cumprimento das restantes medidas na prevenção de infeção.

Além da obrigatoriedade do uso de máscara, o São João, ensina as pessoas, através informações esplanadas em panfleto, a evitar levar a Covid-19 para casa.

As recomendações passam por deixar a roupa e o calçado usado na rua, e potencialmente contaminado, à entrada de casa, evitando andar com estas pela habitação.

O número de infetados pelo novo coronavírus subiu para 331, mais 86 do que os contabilizados no domingo, anunciou hoje a Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim sobre a situação epidemiológica em Portugal, divulgado hoje às 12:30, há 2.908 casos suspeitos, dos quais 374 aguardam resultado laboratorial.

Segundo a DGS, há três casos recuperados.

O novo coronavírus responsável pela pandemia de Covid-19 foi detetado em dezembro, na China, e já provocou mais de 6.400 mortos em todo o mundo.

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