O discurso recente de Mark Carney, líder canadiano, proferido no Fórum Económico Mundial, em Davos, na Suiça, sobre a rutura da ordem internacional não é relevante apenas para grandes capitais. É particularmente pertinente para territórios periféricos como os Açores e, dentro destes, ilhas como o Faial, que vivem entre dependência externa, vulnerabilidade estratégica e promessas repetidas de coesão que raramente se cumprem por inteiro.
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