Editorial – 15 de outubro | Edição 999

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A estratégia da ANA-VINCI para o aeroporto da Horta começa a tornar-se um caso de estudo!
Que aquela empresa não queira assumir os encargos da ampliação da pista para uma dimensão que permita que a operação decorra sem penalizações, até pode ser compreensível. E não é novo: a ANA (mesmo quando era empresa pública!) sempre defendeu que não fazia parte das suas prioridades a ampliação da pista do aeroporto da Horta porque não considerava o investimento rentável. Mas sempre foi dizendo que se outros (entenda-se o governo) quisessem assumir esse investimento estava disponível para ser parceira no mesmo.

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