Escola Básica Integrada da Horta recebe novo executivo

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conselho executivo EBIH

Mariana Rovoredo

No passado dia 4 de julho, tomou posse o novo Conselho Executivo da Escola Básica Integrada da Horta (EBIH) para o triénio 2022-2025, que é agora
composto pelo presidente Hildeberto Manuel Peixoto e pelas vice-presidentes Sandra Maria Pedras e Sandra Sofia Santos, com Aline Despres e Ana Catarina Goulart como assessoras. O Tribuna das Ilhas (TI) falou com o presidente Hildeberto Peixoto (HP) para perceber o que esteve por trás da sua candidatura, os seus projetos, que passam pela 2.ª fase da requalificação da EBIH, e ainda conhecer o problema da falta de assistentes operacionais daquela escola.

TI – O que o fez concorrer ao Conselho Executivo da EBIH?
HP – O que me fez concorrer ao Conselho Executivo da EBI da Horta foi, sem dúvida, o apoio que senti por parte de diversas pessoas, seja pessoal docente, não docente e até pais e encarregados de educação, que me desafiaram a abraçar este cargo. A partir daí iniciei o processo de constituição de uma equipa que me garantisse a confiança necessária para avançar, condição determinante para me candidatar, o que veio a acontecer.
Apesar dos sérios constrangimentos dados como certos devido à comprovada escassez de pessoal docente e não docente para dar resposta às verdadeiras necessidades da EBI da Horta enquanto Unidade Orgânica (UO), com mais de 1000 alunos distribuídos por 10 edifícios escolares, os elementos desta equipa decidiram abraçar este desafio determinados a dar o seu melhor no reforço de uma verdadeira valorização e dignificação da nossa Escola, assumindo as relações humanas entre todos os intervenientes como o principal motor de motivação necessária para alcançar uma dinâmica saudável e propícia a um conjunto de conquistas que toda a comunidade educativa ambiciona, tornando-se necessário estimular o trabalho colaborativo entre todos, valorizando e reconhecendo o papel de todas as partes envolvidas, pois só assim conseguiremos alcançar com eficácia e eficiência os propósitos a que nos apresentamos à comunidade educativa.

TI – Que obstáculos encontrou, aquando da sua tomada de posse?
HP – Os maiores obstáculos que eu e a minha equipa encontramos aquando da tomada de posse prendem-se com o volume de trabalho resultante do encerramento de um ano letivo e preparação do próximo em que é necessário avançar com um conjunto vasto de procedimentos de contratação e aquisição de serviços e bens como transportes escolares, buffet, manuais escolares, leite escolar, refeições escolares, etc… além de todo o trabalho inerente à constituição de turmas e distribuição de serviço e requisição de docentes. Este é, de facto, o pior momento para a tomada de posse de um novo Conselho Executivo, neste caso com os lugares de vice-presidentes completamente renovados. Mas passado um mês da tomada de posse os principais desafios desta fase inicial estão ultrapassados, aproximando-se uma nova fase igualmente desafiante que é o início do ano letivo 2022/23, com algumas novidades desde logo o início da utilização de manuais digitais.

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