FELIZ NATAL

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TI

É Natal, perdoe-me o(a) leitor(a) se me abstenho da análise política habitual na presente crónica, mas como a época assim o convida, tento escapar ao frenesim do dia-a-dia e faço uma pausa para reflexão de cariz mais pessoal.
Há poucos dias, ao cruzar-me no meu local de trabalho com uma senhora, desejei-lhe boas festas. Com um olhar resignado respondeu-me não ligar ao Natal, porque não gosta da época. Cruzamo-nos praticamente todos os dias, regra geral apenas com a manifestação de um sorriso e o cumprimento habitual, mas naquele dia partilhámos emoções. E naquela fração de segundo em que queremos deixar conforto a quem nos apresenta um olhar triste, desejei-lhe então uma boa entrada no novo ano. Surtiu efeito.

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