Por: Martim Medeiros
“A história não se repete, mas rima” (Mark Twain), e que citação tão apropriada… Desde a sua fundação formal, em 1947, que o Clube Naval da Horta (CNH) enfrenta problemas relativos ao seu espaço.
Primeiro, em 1948, instalou-se, a título precário no Forte de Santa Cruz onde deu os primeiros passos. 20 anos mais tarde, e fruto de uma crise não só financeira, transferiu-se para a casa dos remadores da Alfândega
em 1973.
Estreia, finalmente, casa nova, a sede social atual, onde está desde 1989. No entanto, existe um fator comum nesta festa de mudanças imobiliárias o constrangimento causado pela falta de espaço. A situação, que tem vindo a agudizar-se, quer pelas infiltrações no edifício propriedade da Portos dos Açores, quer pelo recente “despejo” do armazém privado (onde estavam guardados, a título provisório, barcos, canoas, remos, mastros e palamenta em geral), parece estar longe de chegar a bom porto…
Em causa, obras prometidas há um ano e que ainda não se realizaram. Sobre esta questão de fundo para a agremiação náutica, o Tribuna das Ilhas esteve à conversa com Frederico Soares, o seu presidente.
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