Frente mar da cidade da Horta | Atraso na obra pode levar à perda do financiamento comunitário no montante de 958.273,92€

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A segunda Fase da Frente Mar nomeadamente a execução do Troço Central que implica a substituição da calçada portuguesa na Avenida está a dividir a população faialense. Várias são as opiniões registadas principalmente nas redes sociais. Há quem se manifeste a favor da modernização, há os que são contra e se mobilizaram através de uma petição (que já reuniu assinaturas e cuja primeira subscritora é a embaixadora Manuela Bairos) e há os indecisos que consideram que a obra é importante para o desenvolvimento do Faial, mas não querem tomar posição em relação às questões técnicas. Em cima da mesa da discussão está também um dado importante: se por algum motivo a obra atrasar ou não se cumprir corre-se o risco de perder o financiamento comunitário no montante de 958.273,92 €. Para melhor esclarecer os seus leitores, o Tribuna das Ilhas foi ouvir as posições da primeira subscritora da petição Manuela Bairos e de Carlos Ferreira, Presidente da Câmara Municipal da Horta (CMH).

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