Fringe incentivou a arte de investir nas artes

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Houve mostra, exposições online e um álbum galeria que conseguiu vender obras e, assim, apoiar artistas açorianos. Foi a oitava edição do festival internacional de artes, Azores Fringe, e encerrou no passado domingo, depois de 31 dias de partilha de arte e participação de mais de 200 artistas das 9 ilhas dos Açores e além.
 
“Aprendeu-se muito” diz Terry Costa, diretor artístico da MiratecArts, a entidade organizadora do certame que adquiriu mais de 750 mil visualizadores de alcance orgânico (não-pago) no facebook. “Sabe-se, de acordo com as análises que entre 10 a 15% do alcance registou participação direta através de gostos e partilhas de imagens e vídeos da programação, o que é um número incrível para o nosso trabalho.” 
 
E a arte de investir nas artes aconteceu.”Com a exposição que o Fringe proporcionou conseguiu-se várias encomendas e investimento em novos projetos de artistas açorianos”, admite Terry Costa, “e, conseguiu-se vendas.”   
 
“Grata pela conexão que a peça provocou a quem a quer para si, para a poder observar in loco, sempre que desejar” expressa Sofia Sant´Ana, uma das artistas que viu seu trabalho rumo a nova casa. A sua pintura também está disponível para visita, em pessoa, na casa de chá, Atlântico Teahouse, na ilha do Pico, até final de agosto.  Enquanto que o álbum online, GALERIA * ARTE * AÇORES, continua disponível, através da página do facebook da MiratecArts. 
 
Desde concertos e recitais, conversas e debates, partilha de novos projetos, contos, visitas a oficinas de artistas e muito mais pode ser encontrado na secção de vídeos nas páginas do facebook da MiratecArts e do Azores Fringe Festival.

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