Governo dos Açores investe mais de 1,2 milhões de euros na orla costeira, zonas balneares e portos de pescas do Pico

0
13

O Secretário Regional do Mar, Ciência e Tecnologia adiantou que estão já em curso ou prestes a arrancar na ilha do Pico várias obras de reparação da orla costeira, zonas balneares e portos de pesca na sequência da passagem do furacão Lorenzo, num valor superior a 1,2 milhões de euros.

 

Gui Menezes falava à margem de uma visita à obra no Porto de Pescas de São Mateus, que arrancou no início do mês, num investimento de cerca de 177 mil euros, que estará concluída em meados do mês de agosto.

 

“Devido aos estragos causados pelo furacão Lorenzo, assumimos a responsabilidade de proceder à reparação de vários locais afetados na ilha do Pico”, disse, apontando a reconstrução de muros e o reforço da proteção à via pública no Porto de Ana Clara, na Candelária, a reconstrução de muros e solários no Porto das Baixas, em São Caetano, ou a proteção da orla costeira na rua do Porto Novo, em São Mateus.

 

A reparação de um muro de proteção na Criação Velha, no valor 150 mil euros, foi outra das obras referidas, bem como a reparação de danos na orla costeira em São João, no concelho das Lajes, na mesma zona que tinha sido já alvo de uma intervenção, obra que já foi concluída.

 

Refira-se ainda a obra de proteção do molhe cais do Porto de Pesca da Calheta do Nesquim, decorrente também da passagem do furacão Lorenzo, orçada em cerca de 60 mil euros, e que deverá arrancar em agosto.

 

Está também em fase de conclusão o projeto para a reparação do Porto de Pescas do Calhau, na freguesia da Candelária, num investimento a rondar os 400 mil euros, e em fase de contratação de projeto, e ainda a obra de consolidação do Porto de Pescas de Santa Cruz das Ribeiras.

 

Gui Menezes referiu que, apesar da pandemia da COVID-19, que “provocou atrasos” nos projetos de execução, “dado que os técnicos e projetistas não se puderam deslocar aos locais afetados para os levantamentos, felizmente agora as obras estão bem encaminhadas”.

O MEU COMENTÁRIO SOBRE ESTE ARTIGO