Governo dos Açores vai ampliar as respostas sociais e criar novas medidas de apoio aos doentes deslocados

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DR/GACS
DR/GACS

O Vice-presidente do Governo Regional garantiu hoje, em Angra do Heroísmo, que o Executivo Açoriano pretende aumentar as respostas sociais existentes para os doentes deslocados, assim como criar novas medidas de apoio.

“Os doentes açorianos podem contar com este Governo para ampliar as respostas sociais que existem e para criar novas medidas de apoio que correspondam às suas necessidades.”

Artur Lima falava na II Conferência “O apoio psicossocial no âmbito da deslocação de doentes”, organizada pela Casa dos Açores do Norte e pela Liga dos Amigos dos Doentes dos Açores.

O governante disse ser prioritário reforçar as respostas sociais aos açorianos que se encontram em situação de maior vulnerabilidade, ao nível do alojamento, dos apoios referentes às viagens e às diárias decorrentes da deslocação de doentes e respetivos acompanhantes.

“As diárias atribuídas aos doentes deslocados é uma medida de grande alcance social, tanto para os doentes de doença normal como para os doentes oncológicos, que são os que mais sofrem e os que mais tempo passam fora da sua terra e dos seus”, continuou.

No que respeita ao alojamento, Artur Lima disse que os Açorianos que se encontram deslocados da sua ilha de residência para receberem assistência médica “merecem um alojamento digno e as condições de conforto devidas”.

“Não são raras as vezes, que os utentes do Serviço Regional de Saúde têm de se deslocar para unidades de saúde localizadas noutras ilhas, ou para Portugal Continental, a fim de lhes serem prestados os devidos cuidados de saúde adequados ao seu quadro clínico”.

Nesse sentido, continuou, “os doentes deslocados são duplamente afetados na sua vida. Além do problema de saúde que enfrentam, são sujeitos à dura realidade de terem de abandonar a sua terra e a sua casa num momento de dor”.

O Vice-presidente do Governo disse ainda que ao longo da legislatura, o executivo açoriano envidará esforços para concluir a rede de residências de acolhimento de doentes deslocados a nível regional e criar uma rede de apoio em território continental.

“Os nossos doentes merecem, de cada um de nós, as respostas que se exigem e o tratamento que merecem. Não nos podemos resignar perante as adversidades, devemos, sim, redobrar esforços, apoiando e cuidando mais, em nome da dignidade humana”, frisou.

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