História dos cabos submarinos e Portugal – Faial em destaque na Fundação Portuguesa das Comunicações

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A ilha do Faial e a sua relevância nas comunicações transatlânticas estiveram em destaque na tarde da passada quinta-feira em Lisboa, na sessão alusiva à “História e património dos tempos do cabo submarino”, que se realizou na Fundação Portuguesa das Comunicações.
O Presidente da Câmara Municipal, Carlos Ferreira, que participou no evento a convite da organização, salientou na sua intervenção o posicionamento geopolítico e geoestratégico dos Açores e de Portugal, bem como, neste domínio, o papel central da cidade da Horta, que em 1893 recebeu o primeiro cabo submarino, que uniu Carcavelos a São Miguel e ao Faial.
Servindo-se das palavras de Carlos Silveira, o autarca frisou que “a cidade da Horta foi elevada à categoria de estação telegráfica internacional a partir de 1899, com a abertura dos Açores à instalação de cabos americanos, alemães e italianos, confirmando a centralidade do Faial no Atlântico norte”.
A presença na ilha azul das companhias de cabos submarinos e respetivos profissionais de diferentes países, nomeadamente americanos, alemães e ingleses, foi apontada pelo edil como “uma marca que ficará para sempre na história do Faial, da região e do país, que deveria até constituir exemplo para os líderes mundiais no atual contexto de risco internacional”, enfatizou.
Carlos Ferreira aproveitou ainda a ocasião para defender a necessidade de se concretizar o processo de adaptação da Trinity House a Núcleo Museológico dos Cabos Submarinos.

No evento, foi ainda apresentada a obra “Cronologia da história do cabo submarino em Portugal”, da autoria de José Vilela, replicando a apresentação realizada no Salão Nobre da Câmara Municipal da Horta em setembro de 2023.

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