Por: Avelino Meneses
Palavras proferidas na homenagem prestada ao Prof. Doutor Ermelindo Peixoto pela Ordem dos Psicólogos. Ponta Delgada, 26 de outubro de 2019.
Num passado muito longínquo, talvez até anterior à revolução científica, equiparava-se muito simplesmente a História a um desfile de personalidades e a um somatório de factos. Depois, num tempo também já distante, em atitude reativa, a influência do marxismo provocou a depreciação do indivíduo na História, em benefício da valorização da coletividade. Por outras palavras, à crença excessiva no Homem enquanto individualidade sucedeu a desconfiança excessiva no Homem enquanto individualidade.
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