A Horta sempre foi uma cidade criativa. Uma pequena capital insular com ideias grandes, onde se cruzaram gentes de muitas línguas e vontades. Aqui chegaram marinheiros e cientistas, artistas e aventureiros. Aqui inventaram-se jornais, cinemas, bailes, festas, teatros, grémios, festivais, movimentos e modos de viver. É essa capacidade de gerar coisas novas que fez da Horta um lugar especial. Um melting pot, como dizem os ingleses, concentrado em poucos quilómetros quadrados. Uma cidade pequena com condições excelentes para o extraordinário acontecer.
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