O orgulho açoriano, de Santa Maria ao Corvo, é algo tão genuíno que se reconhece a muitos oceanos de distância. Sentimo-nos ligados às nossas raízes, à nossa gente, ao sotaque, aos sabores, às festas, às histórias, aos locais, a uma identidade única que só “ali” faz sentido.
Mas é também este orgulho, que sem darmos por isso, vira outra coisa — fecha-nos, faz-nos pensar que o que é “nosso” é sempre melhor, e que os outros estão só a atrapalhar. Aí, o bairrismo deixa de ser saudável.
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