Pensar, escrever ou falar de cultura, no atual contexto regional, é deixar de fingir que existe um enorme “elefante no meio da sala” da governação da coligação, desde 2021. O assunto é tão desolador que, na verdade, todos preferíamos não ter de lhe tocar, não fossem os inúmeros alertas e pedidos de socorro, que através da comunicação social e dos nossos agentes culturais, nos vão dando nota de que este nosso arquipélago, outrora considerado um exemplo de excelência no que à riqueza da nossa cultura diz respeito, está, inacreditavelmente, à deriva.
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