Indemnização dos empresários afetados pelo Furacão Lorenzo decorre de forma transparente e garante igualdade entre todos

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“O processo de indemnização dos empresários das Flores e do Corvo, afetados pela passagem do Furacão Lorenzo, decorre de forma transparente, rigorosa, com celeridade e garantindo igualdade entre todos prejudicados”, realçou Mário Tomé, esta segunda-feira, depois da audição do Presidente da Câmara de Comércio e Indústria da Horta, a entidade responsável pelo levantamento dos prejuízos registados. “Fomos informados que há cerca de 11 processos concluídos e que já foram enviados para o Governo dos Açores, mas que os empresários que não o fizeram ainda se podem candidatar para receber estes apoios”.

“Cumpre-se assim o objetivo assumido pelo executivo de indemnizar os empresários das Flores e do Corvo dos seus reais prejuízos, resultantes da irregularidade no abastecimento, decorrente da destruição do Porto das Lajes das Flores e das alterações que tiveram de ser implementadas na operação de abastecimento”. Mário Tomé falava na sequência da audição realizada pelo Grupo de Trabalho que foi criado por proposta do CDS e subscrito pelo PS/Açores, na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores, para acompanhar o processo de recuperação dos danos provocados pela passagem do Furacão Lorenzo.

Para o deputado do PS/Açores foi fundamental o levantamento dos prejuízos, decorrentes da irregularidade no abastecimento, ter sido protocolado com a Câmara do Comércio e Indústria da Horta: “A entidade que representa os empresários das nossas ilhas, garantiu uma análise rigorosa dos relatórios e contas, dos balancetes, das faturas de encomendas, das mercadorias e bens perecíveis, permitindo assim auferir com rigor os prejuízos registados”. O parlamentar também destacou o facto de a Câmara de Comércio ter realizado sessões de esclarecimento nas duas ilhas, juntos dos empresários afetados.

Mário Tomé também considerou que ficou esclarecido o facto de as candidaturas até agora apresentadas serem menos do que as esperadas: “Tendo em conta que nenhum pedido de apoio foi recusado, percebe-se que os empresários que tiveram prejuízos insignificantes não se tenham candidatado a receber indemnização, mas como já foi dito, ainda podem recorrer a este apoio do Governo dos Açores”.

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