Não há outro adiamento para além de 2021 e, se não forem realizados naquele ano, não haverá outra solução senão cancelar os Jogos, explicou.
O presidente do comité organizador de Tóquio 2020 propôs que a cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos e a cerimónia de abertura dos Jogos Paraolímpicos sejam eliminadas para reduzir despesas.
A proposta de Mori é realizar uma cerimónia de abertura geral no início dos Jogos Olímpicos, programada para começar em 23 de julho de 2021, e outra cerimónia de encerramento, também geral, no final das Paraolimpíadas, que terminará em 05 de setembro.
O organizador veterano admitiu que não é uma mudança fácil, pois ainda não sabem se os comités olímpicos e paralímpicos internacionais estão de acordo ou o que fariam com os bilhetes já vendidos das cerimónias que seriam eliminadas.
“Espero que todos os envolvidos percebam que adiamento para 2021 é o primeiro na história das Olimpíadas”, lembrou Mori, que afirmou não saber qual será o custo económico adicional causado por esse adiamento.
















