Jornadas Parlamentares nas ilhas das Flores e do Corvo

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Por iniciativa CDS-PP, foi constituída na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores um Grupo de Trabalho de acompanhamento dos trabalhos a realizar no âmbito da passagem do furacão Lorenzo no Grupo Ocidental.

Nesse sentido, o Grupo Parlamentar do CDS-PP esteve reunido nestas quarta e quinta-feira em Jornadas Parlamentares nas ilhas das Flores e do Corvo.

O CDS-PP observou os danos provocados no Porto das Lajes das Flores e as dificuldades de operação naquele porto, sendo, para Artur Lima, Presidente do Grupo Parlamentar, “de elementar justiça reconhecer o trabalho desenvolvido por todos aqueles que na empresa Portos dos Açores contribuíram para a minimização dos danos provocados e para o desenvolvimento dos trabalhos de contenção e operacionalização daquela estrutura vital para a economia da ilha”, considerando que “muito há a fazer, nomeadamente desobstruir o acesso ao porto, removendo os obstáculos provocados pelo furacão de forma a permitir a operação e o abrigo do barco que atualmente presta o serviço de mercadorias para a ilha do Corvo”. 

O Grupo Parlamentar do CDS-PP esteve ainda reunido com a Associação de Pescadores Florentinos, ouvindo as suas reivindicações para a normalização da sua atividade depois dos graves prejuízos resultantes da passagem do furacão Lorenzo, tendo Artur Lima reafirmado a importância da atividade para a economia da ilha e a necessidade do Governo apoiar eficazmente os pescadores afetados.

Na ilha do Corvo, o Grupo Parlamentar do CDS-PP acompanhou a chegada do barco Lusitânia e a descarga da mercadoria na ilha, constatando que é imperativo encontrar uma solução que corresponda à necessidade dos Corvinos ao nível do abastecimento, nomeadamente através do fretamento de uma embarcação que permita a regular chegada de bens essenciais à vida dos Corvinos. Para o líder do CDS, “é importante dizer que a ligação ao Corvo apenas está a ser efetuada a cada 30 dias o que é manifestamente insuficiente. Os Corvinos não podem estar à espera de barco como se fosse o Dia de São Vapor, que ocorre sem se saber quando, sem a frequência e previsibilidade necessária para as suas vidas e para a atividade económica da ilha”.

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