Maioria socialista chumba proposta estrutural de financiamento à Universidade dos Açores

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O deputado à Assembleia da República Paulo Moniz considerou hoje que, ao chumbar uma proposta estrutural e de longo prazo do PSD de financiamento à Universidade dos Açores (Uac), a maioria socialista, apresentado uma sua, claramente circunstancial, tentou camuflar a falta de vontade do governo em honrar os compromissos com a academia açoriana”.

O social-democrata interveio esta manhã, durante o debate do Orçamento do Estado para 2023, onde avançou que, “se o governo quisesse verdadeiramente cumprir com a UAc, isso constaria no Orçamento, e não teria de ser feito através de uma proposta de alteração avulsa”.

“O PS vem aqui camuflar a falta de vontade deste governo em cumprir o contrato de financiamento com a Universidade dos Açores. E fá-lo através de uma proposta que não é estrutural, ao contrário daquela do PSD, que os senhores chumbaram”, disse, em relação à bancada socialista no Parlamento.

“A proposta do PS não garante estabilidade ou previsibilidade de recursos. É, na melhor linha do que fazem os socialistas, ir dando, ano a ano, uma esmola, para manter a UAc dependente da mercê e da vontade política de cada governo”, criticou.

O deputado açoriano defendeu que a UAc precisa “de um contrato estável, fora da política, e que seja efetivamente um instrumento de desenvolvimento, previsível e institucional, à semelhança da Lei de Finanças Regionais”.

“A Universidade dos Açores não precisa de esmolas, nem de estar de mão estendida”, concluiu Paulo Moniz.

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