Márcio Andrade, presidente da Delegação dos Açores do Sindicato Nacional dos Enfermeiros

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Márcio Andrade enfermeiro SNE

Mariana Rovoredo

“Sou enfermeiro há quase 20 anos e ao longo deste tempo vi esta profissão entrar num estado de decadência abismal”

Márcio Filipe de Andrade nasceu em 1980, no Faial. É enfermeiro especialista em Enfermagem Comunitária e de Saúde Pública e exerce atividade no Serviço de Cardiologia no Hospital de Santa Marta, em Lisboa, onde vive. Para além da sua profissão tem vários outros projetos, como autor de uma rúbrica semanal no Rádio AzoresHigh e gestor da plataforma “Cuidar 65+”.

Foi eleito presidente da Delegação Regional dos Açores do Sindicato Nacional dos Enfermeiros (SNE), recentemente criado, do qual é um dos
fundadores. Para assinalar o Dia Internacional da Enfermagem, que se celebrou no passado dia 12 de maio, o Tribuna das Ilhas falou com o enfermeiro faialense para perceber a génese e os desígnios deste novo sindicato.

Tribuna das Ilhas (TI): Este novo sindicato surge porquê?
Márcio Andrade (MA): Santo Agostinho dizia: “A esperança tem duas filhas lindas, a indignação e a coragem; a indignação ensina-nos a não aceitar as coisas como estão; a coragem, a mudá-las.”. Esta frase representa na perfeição aquilo que esteve na origem do recém-criado SNE. A indignação com a realidade com que nos deparamos atualmente e coragem que é necessária, aliada ao conhecimento e à competência, fundamentais para novas conquistas para a profissão de uma forma sustentada.

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