Micro-Horta – 40 anos a servir as empresas do Faial

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micro horta pessoal

“Somos resilientes, fazemos o que gostamos, mas,
sobretudo, temos ao nosso lado clientes e fornecedores”

A celebrar 40 anos de atividade, a Micro-Horta entrou no mercado inicialmente para dar resposta às carências que as empresas faialenses sentiam ao nível informático e de gestão do seu negócio. A evolução tecnológica e do mercado verificada nas últimas décadas foi tão rápida que, para além dos equipamentos informáticos e dos programas de gestão de stocks e fornecedores, as empresas começaram a precisar também de soluções tecnológicas aplicadas à gestão e contabilidade. Para dar essa resposta, a Micro-Horta resolveu alargar a sua oferta passando a disponibilizar aos clientes uma maior gama de produtos e serviços, nomeadamente ao nível da consultadoria, formação, tratamento de dados e de recursos humanos.

Ao Tribuna das Ilhas os responsáveis pela Micro-Horta, fazem um balanço destes 40 anos da empresa, falam da sua história, do presente e das perspetivas para o futuro.

Tribuna das Ilhas – A Micro-Horta está a celebrar 40 anos. Recuando no tempo para recordar o início da atividade, qual foi a ideia que esteve na origem da empresa e como foram os seus primeiros anos?
Micro-Horta – Bom, 40 anos parece muito, mas quando a ideia parte de um visionário como é o fundador e atual gerente o tempo passa. A ideia partiu do conhecimento que Mário Moniz tinha do setor empresarial pela sua profissão de bancário. A ligação à Banca permitia contatos recorrentes com os empresários. Nesses contatos foi verificando a necessidade que as empresas tinham (e têm) de ferramentas que facilitem a sua gestão diária. Aliando a isso a sua visão comercial, nasce a Micro-Horta.
Nos primeiros anos, em que os requisitos de implementação eram essencialmente a gestão de stocks e faturação, depressa se começou a verificar a necessidade cada vez mais premente do tratamento de dados, nomeadamente da contabilidade e de recursos humanos. O ramo da contabilidade, mais concretamente o apoio aos contabilistas e gabinetes de contabilidade, passou a ser um dos seus principais focos.

TI – A Micro-Horta dedica-se sobretudo à oferta de soluções ao nível da consultadoria e soluções integradas de gestão, bem como à implementação e manutenção de infraestruturas de comunicação em rede e equipamentos. Onde e quando surgiu o gosto por esta área da tecnologia informática aplicada à gestão e contabilidade?
MH – O que nos levou a enveredar por este caminho foi a análise de mercado e das necessidades reais dos empresários e contabilistas. Claro que nada se faz sem gosto (ou pelo menos nada se faz “bem” sem gosto) e, naturalmente, o gosto é uma premissa do nosso trabalho e acompanha-nos no nosso dia a dia.

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