MiratecArts apresenta programa da décima edição do Azores Fringe Festival

0
24
blank
miratecarts, azores fringe festival
Constam mais de 220 nomes nas 36 páginas da revista, programa dedicado à décima edição do Azores Fringe Festival. A partir do epicentro, no concelho da Madalena, ilha do Pico, e com um cheirinho em todas as ilhas dos Açores, o Azores Fringe é a maior plataforma de criação e mostra de arte e artistas nos Açores.
O design da décima edição foi construído pelo terceirense César Martiniano, a paginação da revista por José Miguel Silva da Ciberpico, e o texto tem edição da micaelense Carolina Cordeiro e da faialense Nancy Matos. “Este é um projeto verdadeiramente de açorianos” indica Terry Costa, o fundador do Azores Fringe Festival e diretor artístico da MiratecArts. “No Fringe, o meu papel vai desde coordenador a motorista, porque aqui não há júri. Participa quem tem ideias, interesse, algo a partilhar. Das 332 propostas de programação ao vivo e dos 470 filmes propostos, conseguimos avançar, com o apoio de muitos parceiros, com 60 eventos nas 9 ilhas e a apresentação de 56 filmes curtas, incluindo uma sessão especial com o novo trabalho de Margarida Gil, que foi filmado na ilha do Pico.”
Além das sessões de [email protected], que levam imagens de todo o mundo pelo arquipélago, o programa acolhe artistas de desenho, ilustração e pintura, performance às terças no Museu dos Baleeiros do Pico, o Encontro Pedras Negras com uma dúzia de escritores, e ainda música incluindo as bandas Urro das Marés e WE SEA, para celebrar o décimo aniversário Fringe na Praça da Madalena, e Wave Jazz Ensemble, que pisam o palco do Auditório da Madalena. Programas de desenvolvimento com artistas a construir instalações e peças de arte para alimentar a MiratecArts Galeria Costa trazem artistas familiares à ilha mas também novos rostos. Visitarte, uma secção do festival que visita as oficinas de artistas e apresenta online, começou por causa da pandemia mas veio para ficar devido ao interesse de promover o que se faz em cantinhos desconhecidos. Diogo Rola acompanha o festival, criando um vídeo diário a ser partilhado através da página do facebook da MiratecArts e ainda na RTP Açores.
“E há muita improvisação, além do programa publicado” admite Terry Costa, “o que faz do Fringe uma experiência única para artistas e suas audiências.”
De 1 a 30 de junho é Fringe nos Açores, este ano a celebrar 10 anos de vida, e com foco no seu epicentro na ilha montanha. Visite www.azoresfringe.com e junte-se nas redes sociais para seguir o festival “de um ponto de vista diferente”, porque o Azores Fringe é “uma explosão artística dos Açores para o mundo”, como o seu mote diz. Vamos ao Fringe!