Por Yolanda Corsépius
Num dia ao acaso, fui dar um passeio até Cascais – uma viagem sempre agradável no comboio à beira mar e, lá chegada, apreciar a baía, as barracas de artesanato, um passeio até à fortaleza. Antes de regressar, fui cumprimentar no seu estabelecimento de antiguidades, o Sr. Rainer Daehnhardt, historiador e o maior colecionador de armas, já meu conhecido. Mas ao apresentar-me à funcionária que o transmitiu para o andar superior, o Sr. Rainer apareceu descendo apressadamente a estreita escada, e perguntou se eu tinha algum parentesco com Max Corsépius mostrando um relógio de ouro gravado com uma dedicatória ao comandante do “Schwabenland” e assinada pelo meu pai! – Uma surpresa.
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Yolanda Corsépius
2019












