As palavras moldam decisões. Quando falamos de Áreas Marinhas Protegidas (AMP), o vocabulário importa — e muito. Se as apresentamos como “custos”, parecem despesas opcionais, fáceis de cortar, sobretudo quando competem com outras despesas públicas. Mas se as entendermos como “investimentos”, revelamos a verdade: são motores de prosperidade, segurança e resiliência. O oceano não é um peso, é capital e protegê-lo é a aplicação mais inteligente que podemos fazer no nosso futuro coletivo.
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