“Tudo na vida é um jogo(..).” – pág. 99
Não há literatura sem geografia e sem imaginário. Por isso, Luís Mesquita de Melo continua a escrever com os olhos da memória e da distância, numa prosa transatlântica que parte da cidade da Horta para o Mundo.
Depois de ter dado à estampa A humidade dos dias (Capítulo Oriental, 2019), crónicas, e Navegações e outras errâncias (Companhia das Ilhas, 2021), ficção narrativa, este autor faialense reincide neste género literário com Nas esquinas do olhar (Astrolábio Edições, 2024) em que definitivamente encontrou o seu estilo próprio. Digo, uma narrativa prenhe de poeticidade e muito rica sob o ponto de vista da estética literária:
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