Há uns anos, num artigo publicado neste semanário, dizia que a mudança pode ser encarada de forma contraditória pelo ser humano, pois há quem a deseje e há quem a repudie. Embora perceba o comodismo de não sairmos da nossa “zona de conforto”, considero que a mudança é algo que faz parte intrínseca do ser humano e, de facto, mais uma vez, comprovo que a vida nos pode surpreender. Assim, nova mudança ocorreu na minha vida e, desde o dia 9 de setembro, passei a trabalhar como Conselheira Técnica na Representação Permanente de Portugal (REPER) junto da União Europeia (UE), em Bruxelas. Tendo como objetivo poder contribuir, ativamente, para o desenvolvimento da minha região, foi com determinação que aceitei mais este desafio.
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