PCP: “A escalada dos preços da energia torna (mais) incomportável a estagnação salarial”

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Numa nota de imprensa remetida às redações, o PCP vem mostrar a sua preocupação com o aumento do preço dos combustíveis e da energia e a estagnação dos salários.

O partido defende, que devido à falta de transportes públicos, “milhares de cidadãos são forçados a utilizar o carro particular como meio de transporte principal” enquanto os preços da gasolina e do gasóleo não param de subir. Igualmente, o preço de eletricidade nos Açores tem visto vários aumentos. E, segundo o PCP, “todos sabemos que estes aumentos vão sentir-se no preço da comida, da roupa e dos serviços”, aumentando o custo de vida.

No entanto, o PCP refere, os “salários mantêm-se estagnados por decisão do Governo”, tendo sido “recusada a proposta do PCP de aumento do salário mínimo para 850€”, e , enquanto estes aumentos de preços ampliarão “a pobreza e as dificuldades”, “as grandes empresas manterão ou aumentarão os seus lucros”.

O PCP reitera que “não deixará de reclamar o necessário aumento dos salários”, para garantir a justiça social, que “é a base de uma economia sustentável”.

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