PPM pede demissão da Presidente do Parlamento “devido à sua absoluta falta de isenção e incumprimento da Lei e do Regimento”

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O Partido Popular Monárquico voltou a pedir a demissão de Ana Luís. Em causa está a “ recusa por parte do Governo Regional em divulgar os contratos de arrendamento de imóveis e terrenos celebrados pela Região (em que constam valores exorbitantes)”, referem os monárquicos. 

De acordo com a nota informativa enviada às redações, “a Representação Parlamentar do PPM recebeu várias denúncias em relação a valores exorbitantes pagos pela Região a vários particulares, alegadamente muito próximos do poder regional. No sentido de esclarecer esta questão  solicitou, através de requerimento, essa informação ao Governo Regional a 2 de fevereiro de 2017”, e continuam explicando que, não obtendo resposta dentro dos prazos legalmente estipulados transformaram o documento em perguntas orais para colocar ao Plenário Regional. este documento foi, de acordo com Paulo Estevão, indeferido por Ana Luis. 

Este indeferimento é, no entender de Estevão, um comportamento inadmissível numa democracia. A oposição política parlamentar não pode ser silenciada desta forma. Trata-se de um comportamento grave que inabilita a Presidente do Parlamento a continuar em funções. 

“Por isso, o PPM solicita-lhe que se demita das suas funções se não consegue resistir às pressões do Governo Regional e manter uma atuação isenta e que salvaguarde o funcionamento democrático do Parlamento”. 

Mais informam que a Representação Parlamentar do PPM apresentará um recurso “em relação ao ato de censura praticado pela Presidente do Parlamento e divulgará, junto das instâncias europeias, os atos de censura política praticados pela presidência do Parlamento dos Açores.”

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