Ouvi no discurso do Dia da Região, e li nos jornais alguns dias depois, uma coluna do deputado e coordenador do BE/Açores António Lima, em que afirmava que a “Europa protege mais as farmacêuticas que os povos.”
Esta afirmação prende-se com a reivindicação que faz de que se deveria acabar com as patentes sobre as vacinas, porque, por um lado, só assim se poderão produzir mais rapidamente, e por outro, porque houve financiamento público, logo a propriedade intelectual é pública.
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