Presidente da ALRAA defende criação de instrumentos para aplicar fundos europeus à escala local

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O Presidente da Assembleia Legislativa dos Açores, Luís Garcia, comprometeu-se ontem a
defender, junto dos seus congéneres europeus, “a importância de criar instrumentos” que
permitam uma “melhor aplicação de fundos europeus à escala local”, com vista a maximizar o aproveitamento dos recursos financeiros do Plano Nacional de Recuperação e Resiliência.
Luís Garcia, que falava durante a Sessão Comemorativa do Dia da Freguesia da Matriz, que
decorreu ontem à noite no Teatro Faialense, na cidade da Horta, sublinhou que este deve ser “o caminho a seguir”, defendendo “a canalização de mais meios e instrumentos” para os autarcas de freguesia, “para que possam desempenhar um papel verdadeiramente ativo na recuperação e dinamização das suas comunidades” no pós-pandemia.                  Falando diretamente para os autarcas ali presentes, o Presidente da Assembleia Legislativa dos Açores deixou a garantia de que vai insistir nessa necessidade junto das instituições europeias, no âmbito do seu trabalho enquanto Vice-Presidente da Conferência das Assembleias Legislativas Regionais da Europa para 2021, mandato que assumiu em janeiro.
Sabendo de antemão que “há todo um percurso a ser feito a nível nacional e, sobretudo, a nível europeu”, Luís Garcia lançou ainda o repto ao novo Governo Regional, para que vá “além da relevância orgânica que deu ao poder local” e “seja também sensível a este tema”.                                                                                                                “Vamos trabalhar para juntar a nossa voz à de todos os que defendem a necessidade dessa
descentralização e desse trabalho de proximidade”, disse Luís Garcia, sublinhando: “Juntos,
teremos mais força para ser ouvidos nos centros decisores”.
O Presidente da Assembleia aproveitou ainda a Sessão Solene do Dia da Matriz para enaltecer o trabalho dos autarcas de freguesia, destacando a sua dedicação à causa pública, “pelo muito nque fazem no acompanhamento de proximidade ou pelo socorro maior nos momentos difíceis que as comunidades atravessam”, como esta crise pandémica tem mostrado diariamente.

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