Projeto ‘Empreendo o Meu Negócio’ já apoiou a criação de 16 empresas nos Açores

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O Vice-Presidente do Governo adiantou hoje, na Praia da Vitória, que o projeto ‘Empreendo o Meu Negócio’, da responsabilidade do Governo dos Açores, já permitiu criar 16 novas empresas no arquipélago.

Sérgio Ávila, que falava na abertura da sexta edição do curso, destacou que, para além do apoio que é dado na formação e no acompanhamento ao desenvolvimento da empresa, é atribuído um prémio de 3.500 euros aos cinco melhores planos de negócio.

“Além dos apoios existentes, haverá um apoio financeiro para os cinco melhores planos de negócio, cumulativo com todos os outros, que, no fundo, consiste na concretização do capital social destas novas empresas”, afirmou.

O responsável pelas pastas do Emprego e da Competitividade Empresarial salientou ainda que estas empresas serão acompanhadas “até ao momento em que tenham autonomia e desenvolvimento suficiente para terem sucesso no mercado”.

O ‘Empreendo o Meu Negócio’, que vem sendo desenvolvido ao longo do último ano, é um projeto que visa apoiar pessoas interessadas em desenvolver uma empresa, existindo nas ilhas Terceira, São Miguel e Faial.

Esta é a sexta edição desta iniciativa, que é dirigida a pessoas que estão em situação de desemprego e que têm intenção de criar uma empresa.

“Pretendemos que surja desta nova edição um conjunto mais vasto de empresas em áreas de negócio que tenham sucesso e rentabilidade”, afirmou Sérgio Ávila.

O projeto está dividido em três fases, sendo a primeira, com a duração de 85 horas, relativa à formação, enquanto a segunda fase, com seis meses de duração, consiste no apoio ao desenvolvimento do plano de negócio, e a terceira fase, que se prolonga por 12 meses, compreende a implementação real da empresa e o seu acompanhamento.

“Conjugamos os apoios que temos ao empreendedorismo jovem, ao investimento e aos programas de emprego com uma formação adicional, contribuindo, desta forma, para que se possam desenvolver planos e oportunidades de negócio e acompanhar essas empresas nos seus primeiros dois anos de atividade, que posteriormente podem ou não estar inseridas nas startup’s na Rede Regional de Incubadoras que temos nos Açores”, disse o Vice-Presidente do Governo.

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