Na política, como na vida, há quem viva de palavras e há quem se defina por atos. Entre os primeiros, encontramos aqueles que se especializam em proclamar intenções, multiplicar anúncios e garantir que “o futuro será risonho”… desde que o presente se prolongue indefinidamente no tempo de espera. Entre os segundos, estão os que, sem grande alarido, transformam ideias em realidade. E é precisamente nesta fronteira que se situa o exemplo mais recente vindo do Faial.
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