Em tempos de redes sociais e exposição constante, muitos políticos parecem mais preocupados com a construção da sua imagem, do que com o bem-estar das populações que deveriam representar. O culto à imagem, sustentado por discursos ensaiados, selfies em eventos públicos e estratégias de marketing político, tornou-se uma ferramenta poderosa para conquistar votos, mas, perigosa, quando se sobrepõe às necessidades reais da sociedade.
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